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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Análise IBOV para a semana 30/11/2009-04/12/2009

IBOV segue orbitando a resistência na zona de 67500. Tivemos o teste desse patamar ao longo da semana, mas sem confirmação de rompimento. O volume foi menor, demonstrando indefinição do mercado. Permanecem sinais de divergências nos indicadores na última perna de alta, o que indica a possibilidade de alguma correção mais importante. Pelo padrão de Elliott, o mercado parece ter completado um ciclo de alta. A última queda nos 60 minutos indica a possibilidade de retomada da alta, mas para confirmar essa possibilidade seria necessário observar o rompimento dos 67500 com força. Nesse cenário, opero nas compras com controle de risco mais apertado e serei mais agressivo no caso de rompimento.

Diogo Patriota.

Economia indiana cresce 7,9% no terceiro trimestre, surpreendendo o mercado

Por: Equipe InfoMoney
SÃO PAULO - A Índia cresceu 7,9% no terceiro trimestre, de acordo com relatório divulgado pelo governo. O crescimento do país surpreendeu analistas, que apostavam em avanço de 6,3% no período.O desempenho acima do esperado é explicado em parte pela boa performance da Índia nos setores de serviços e manufaturas, que cresceram 9,2% e 9,3%, respectivamente, também acima do esperado.Em contraponto, a agricultura indiana não mostrou o mesmo resultado, por ter sofrido os efeitos do fraco período de monções, acelerando apenas 0,9% no terceiro trimestre.RecuperaçãoA aceleração da economia é, em grande parte, resultado das medidas de estímulo tomadas pelo governo central para conter o avanço dos efeitos da crise econômica mundial.O bom desempenho da economia indiana levanta expectativas no mercado de que o Banco Central do país elevará a taxa básica de juros, uma vez que o órgão já mostra sinais de preocupação com a inflação.

Ênyo Menezes

Dólar começa a semana em queda

Reuters

O dólar iniciou em queda os negócios desta segunda-feira (30).

Por volta das 9h38, a moeda era cotada a R$ 1,741, baixa de 0,17%.

Na sexta-feira, a moeda caiu 0,34%, para R$ 1,744.

O mercado brasileiro segue atento aos efeitos de um eventual calote em Dubai sobre os negócios.

O pedido de suspensão do pagamento da dívida da Dubai World, a holding que administra os investimentos do Emirado, na quarta-feira deflagrou o que pode se tornar o maior calote de um país desde o da Argentina em 2001.

O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, afirmou que a moratória anunciada pelo governo de Dubai para pagamento de dívidas do fundo de investimentos Dubai World não deve preocupar o governo e os bancos brasileiros. Para Meirelles, o evento é um alerta contra o "excesso de euforia".

No domingo, os Emirados Árabes Unidos ofereceram um auxílio de emergência aos bancos, a primeira medida para diminuir as preocupações de que a possível moratória de duas grandes companhias estatais de Dubai atrapalhem a melhora da economia mundial. Contudo, a injeção de liquidez nos bancos de Dubai pelo banco central do país do Golfo Pérsico, junto a promessas pela cidade-estado vizinha Abu Dhabi de oferecer ajuda seletiva a empresas de Dubai foram vistas por analistas como o mínimo a ser feito.

Ênyo Menezes

Mercado prevê aumento da inflação e superávit da balança mais baixo em 2010

G1

Os analistas do mercado financeiro voltaram a elevar, na última semana, a sua estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010, que passou de 4,43% para 4,45%, informou nesta segunda-feira (30) o Banco Central, por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. O documento é fruto de pesquisa com analistas do mercado financeiro.

Para o IPCA de 2009, a previsão dos analistas de mercado recuou de 4,26% para 4,25% na semana passada, informou o BC.

No Brasil, vigora o sistema de metas de inflação, pelo qual o BC calibra a taxa básica de juros para atingir metas pré-determinadas. Para 2009, 2010 e 2011, a meta central é de 4,50%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Assim, o IPCA pode ficar entre 2,50% e 6,50% sem que a meta seja formalmente descumprida.

Balança comercial e investimentos estrangeiros

Já a projeção dos economistas do mercado financeiro para o superávit da balança comercial (exportações menos importações) em 2009 caiu de US$ 25,2 bilhões para US$ 25 bilhões.
Em 2008, a balança comercial teve superávit de US$ 24,7 bilhões, com forte queda de 38,2% frente ao ano de 2007, quando o resultado positivo somou US$ 40 bilhões. Para 2010, a previsão do mercado financeiro para o saldo da balança comercial recuou de US$ 13,4 bilhões para US$ 13 bilhões de resultado positivo. No caso dos investimentos estrangeiros diretos, a expectativa do mercado para o ingresso de 2009 ficou estável em US$ 25 bilhões na última semana. Para 2010, a projeção de entrada de investimentos no Brasil permaneceu em US$ 35 bilhões.

Juros

A expectativa dos analistas do mercado financeiro para a taxa básica de juros da economia brasileira, atualmente em 8,75% ao ano, é de que ela comece a subir de junho do ano que vem em diante - a mesma previsão da semana retrasada. A expectativa é de que, em junho, os juros avancem para 9,25% ao ano. Em julho do ano que vem, segundo a previsão do mercado, a taxa básica de juros subiria para 9,75% ao ano e, em setembro de 2010, para 10,25% ao ano. Segundo os economistas, em outubro a taxa de juros permaneceria estável em 10,25% ao ano e, em dezembro, avançaria para 10,50% ao ano.

PIB

Os economistas do mercado financeiro baixaram, na última semana, a previsão de crescimento de 2009 de 0,21% para 0,20%. Para o próximo ano, a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi mantida estável em 5%.

A melhora nas expectativas do mercado, que por seis meses acreditou na queda do PIB em 2009, começou a acontecer somente depois de o IBGE ter informado que o PIB do segundo trimestre deste ano cresceu 1,9% na comparação com os três primeiros meses, o que tirou a economia brasileira da chamada "recessão técnica".

Taxa de câmbio

Na semana passada, dado que foi informado nesta segunda-feira (30), a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2009 permaneceu em R$ 1,70 por dólar. Para o fim de 2010, a previsão ficou estável em R$ 1,75 por dólar.

Ênyo Menezes

Bolsas da Ásia voltam a avançar, mas de olho em Dubai

Reuters

As bolsas da Ásia se recuperaram nesta segunda-feira (30) depois da acentuada queda da semana passada provocada pela crise de dívida de Dubai. A avaliação de que os efeitos de um potencial calote serão limitados foi reforçada com uma série de garantias de autoridades que ajudaram a acalmar os nervos dos investidores.

A bolsa de Tóquio subiu 2,91%, a 9.435 pontos. O mercado em Hong Kong HSI disparou 3,25%, a 21.821 pontos. As ações do setor bancário, que enfrentaram a maior parte do movimento de venda da sexta-feira, lideraram os ganhos nesta segunda-feira. "Eu creio que vai dar tudo certo. No final do dia Dubai e Abu Dhabi precisam um do outro. E haverá muita pressão de países vizinhos sobre Abu Dhabi para ajudar", afirmou o gerente de fundos Mark Mobius, da Templeton Asset Management, à Reuters. As ações em Hong Kong, que sofreram a maior perda diária em oito meses na sexta-feira, e o mercado acionário de Tóquio, que encerrou no menor nível em quatro meses na semana passada, registraram os maiores ganhos na região nesta segunda-feira. O índice MSCI que reúne mercados da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão subia 2,68% às 7h46 (horário de Brasília), a 402 pontos. Enquanto isso, o indicador Thomson Reuters de ações regionais avançava 2,47 por cento. No entanto, ações nos Emirados Árabes Unidos, sendo negociadas pela primeira vez desde o pedido de adiamento de pagamento de bilhões de dólares em dívida, afundavam 7,3% em Dubai e 8,24% em Abu Dhabi.
No domingo, os Emirados Árabes Unidos ofereceram apoio emergencial a bancos para reduzir temores nos mercados financeiros, apesar de analistas afirmarem que a medida de injeção de liquidez nos bancos de Dubai pelo banco central, junto com promessas de apoio de Abu Dhabi, representaram o mínimo que poderiam fazer. Em Seul, o vice-ministro de Finanças Hur Kyung-wook, afirmou que o governo manterá um sistema de monitoramento diário até que o inicidente de Dubai seja resolvido. A bolsa de SEUL fechou subiu 2,04%, para 1.555 pontos. O movimento de alta dos mercados além dos bancos, foi liderado também por papéis do setor de construção, que foram os maiores perdedores na semana passada depois que investidores reduziram exposição aos setores mais vulneráveis à incerteza econômica. As ações do HSBC, maior banco da Europa e detentor da maior exposição aos Emirados Árabes Unidos, subiram 4,25% depois de terem caído 7,59% na sexta-feira.
Xangai avançou 3,2%, Cingapura recuou 1,09% e Taiwan teve valorização de 1,22%. Sydney teve ganho de 2,83%.

Ênyo Menezes

Bolsas dos Emirados Árabes Unidos caem, Dubai tem 'tombo' de 7%

Reuters

É o 1º dia de negócios no Emirado desde anúncio de moratória.Mercado esteve fechado desde 26 de novembro por feriado.


As bolsas de valores dos Emirados Árabes Unidos caíam fortemente nesta segunda-feira (30) e devem continuar sob pressão nos próximos dias, até que haja um maior esclarecimento sobre a situação de dívida de Dubai, disseram operadores e analistas. O movimento de venda, no entanto, não contaminou a Ásia nem os futuros de Wall Street e na Europa o impacto era limitado, assim como sobre as moedas. Na véspera, o banco central dos Emirados Árabes Unidos anunciou um novo instrumento de liquidez adicional para os bancos comerciais. Dubai pegou os mercados de surpresa na última quarta-feira ao pedir aos credores da estatal Dubai World, o conglomerado por trás de sua rápida expansão, e da Nakheel, construtora de suas ilhas, que aguardem o pagamento de bilhões de dólares em dívida, em um primeiro passo de uma reestruturação.
A bolsa de Dubai recuava 7,19%, a 1.942 pontos, às 7h01 (horário de Brasília). O índice de Abu Dhabi declinava 8,24%, para 2.670 pontos. No primeiro dia de negócios desde que Dubai pediu um adiamento do pagamento de bilhões de dólares em dívida na última quarta-feira, 15 das 32 ações de Dubai abriram no limite de baixa. Em Abu Dhabi, outro emirado, 22 das 60 ações abriram no limite.

Os papéis do Banco Nacional de Abu Dhabi perdiam 9,7%, depois de a instituição dizer ter US$ 345 milhões em exposição a duas empresas filiadas à empresa Dubai World, que enfrenta os problemas de dívida. "É muito difícil prever o que vai acontecer ou quando as coisas vão se estabilizar", disse Hashem Montasser, diretor-gerente do banco. "Precisamos de mais esclarecimentos para tomar decisões de uma melhor forma. No entanto, não há necessidade para pânico." As bolsas dos Emirados Árabes Unidos estiveram fechadas pelo feriado de Eid al-Adha em 26 de novembro e nesta semana operam apenas nesta segunda-feira e na terça-feira. "A confiança do investidor leva anos para ser construída e segundos para ser destruída", afirmou Matthew Wakeman, diretor-gerente de ações do EFG-Hermes. "Provavelmente não haverá estabilização até a próxima semana, já que esta semana é curta."

Ênyo Menezes

Confira os indicadores e eventos corporativos previstos para segunda-feira

SÃO PAULO - A agenda desta segunda-feira (30) traz poucos indicadores econômicos. No Brasil, será divulgado o Relatório Focus e a Sondagem Industrial. Nos Estados Unidos, destaque para o Chicago PMI (Purchasing Managers Index).

Cenário Interno
No Brasil, o Banco Central divulga nesta segunda-feira o tradicional Relatório Focus, que compila a opinião das instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos do País. A Fundação Getulio Vargas divulga a Pesquisa de Sondagem Industrial.


Indicadores brasileiros Horário de Brasília Referência Anterior Expectativa
Sondagem Industrial 8h00 Novembro - -
Relatório Focus 08h30 Semanal - -


Cenário Externo
Nos EUA, foco nesta segunda-feira é para o Chicado PMI (Purchasing Managers Index), que mede a atividade industrial na região. Um número maior do que 50 indica aceleração e a previsão para o índice é de 52 pontos.

Indicadores Horário de Brasília Referência Anterior Expectativa
Chicago PMI 12h45 Novembro 54,2 pontos 52 pontos


Diogo Patriota.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Crise de Dubai não chega ao Brasil diz Mantega;Bradesco concorda


O abalo nos mercados financeiros provocado pela proposta de Dubai de adiar os pagamentos de dívidas é passageiro e não terá maiores consequências para o Brasil, segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

"Acho que não vai pegar. Isso (o medo de calote) mexeu um pouco com os mercados, mas acho que aqui não vai ter maiores consequências", disse o ministro na noite de quinta-feira a jornalistas, após participar de evento com banqueiros.

Falando à Reuters, o presidente-executivo do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, disse também não acreditar em maiores reflexos de Dubai sobre o Brasil.

"Foi até melhor que essas notícias vieram num dia de feriado nos Estados Unidos (Dia de Ação de Graças)", que paralisou os negócios em Wall Street, comentou.

"Assim dá tempo de os investidores pensarem melhor", disse Trabuco, ao considerar que não há exposição de bancos brasileiros naquele mercado.


Diogo Patriota.

Tensão: Índices futuros americanos amanhecem despencando

Por ADVFN

Depois do feriado de Ação de Graças de ontem nos Estados Unidos e do anúncio de calote do maior fundo de investimentos de Dubai, os índices futuros americanos amanheceram despencando. O índice futuro Dow Jones caía mais de 2% e o futuro do S&P500 quase 3%. O efeito do calote de US$ 59 bilhões em Dubai reverberou pelas bolsas do mundo inteiro. O temor dos investidores é definir qual a exposição das empresas, principalmente as financeiras, ao fundo. O FTSE de Londres, DAX da Alemanha e CAC da França caíram mais de 3% em uma sessão de grande volatilidade. No Brasil o cenário não foi diferente. A apreensão tomou conta dos mercados e o dólar comercial teve alta de 1,39%, fechado em R$ 1,751. Os juros futuros também fecharam em alta, com o contrato de janeiro de 2011 cotado à taxa de 10,28% ao ano. O Ibovespa caiu 2,25%, cotado a 66.391 pontos. Hoje é esperado um dia tenso nos mercados, com os Estados Unidos operando normalmente avaliando as conseqüências do calote.

Ênyo Menezes

Bolsas asiáticas têm forte queda após moratória em Dubai

Do G1, em São Paulo

As bolsas da Ásia tiveram fortes baixas nesta sexta-feira (27) em consequência dos temores relacionados às dificuldades financeiras de Dubai, depois que o principal grupo econômico do emirado, o Dubai World, pediu uma moratória para o pagamento de sua dívida.

Tóquio encerrou a sessão em forte baixa de 3,22%. O índice Nikkei perdeu 301,72 pontos, a 9.081,52 unidades, em consequência dos temores sobre de Dubai e também da valorização do iene em relação ao dólar. O índice ampliado Topix cedeu 18,55 pontos (-2,24%), a 811,01 unidades.

Em Hong Kong o tombo foi ainda maior, com queda de 4,84%. O índice Hang Seng perdeu 1.075,91 pontos, a 21.134,50 unidade. Outros mercados importantes também foram afetados: Xangai perdeu 2,36% e Seul recuou 4,69%.


Temor mundial
Na quinta-feira, o Emirado de Dubai declarou que vai pedir adiamento do pagamento de parte da sua dívida, o que espalhou pelos mercados o medo de que a inadimplência afete bancos expostos à investimentos ligados ao emirado.
Como consequência, bolsas de todo o mundo fecharam com perdas. No Brasil, a queda na quinta-feira foi de 2,25%. Na Europa, os principais índices caíram mais de 2%.
O governo de Dubai tentou tranquilizar os mercados afirmando que seu pedido de moratória do pagamento da dívida de US$ 59 bilhões da estatal Dubai World é necessário para "encarar o fardo da dívida".

Mas os riscos de falência do Emirado de Dubai reavivam as inquietações sobre a saúde financeira de alguns países, em especial da Europa do Leste, esmagados pelo endividamento público e enfraquecidos pela recessão mundial.

A falência de um Estado não é algo frequente. Em 2001, a Argentina se declarou inacapaz de honrar os pagamentos de sua dívida externa, fomentando graves tumultos sociais e abrindo uma crise que se alastrou por vários anos.

Porém, com a recessão, o risco desse cenário volta a ameaçar. Obrigados a socorrer os contribuintes e os bancos, os estados contraíram empréstimos com os mercados para financiar seus déficits. De acordo com a agência Moody's, a dívida pública mundial vai aumentar 45% entre 2007 e 2010.

Em consequência, os mercados podem deixar de comprar títulos de dívida pública e as obrigações emitidas por alguns Estados, ameaçando seu abastecimento de dinheiro.

"Os problemas surgem quando os mercados perdem confiança na capacidade de um país de pagar sua dívida", resumiu o economista Juan Carlos Rodado, da Natixis.


'Exagero'
Mas nos Emirados Árabes Unidos, a imprensa considera que as dificuldades financeiras de Dubai foram exageradas pelos mercados financeiros. "Reações exageradas dos mercados europeus às notícias de Dubai", destaca o jornal econômico de Abu Dhabi, Alrroya Aleqtissadiya.

Para o jornal, os mercados reagiram de maneira muito negativa ao anúncio de Dubai, quando permaneceram impassíveis diante dos números negativos do emprego na Europa e Estados Unidos.

O Gulf News de Dubai afirma que não se deve exagerar nem subestimar a situação atual, insistindo na "transparência" da medida adotada por Dubai e em estreita colaboração com o sócio, o rico emirado petroleiro de Abu Dhabi.

O jornal informa que o governo de Dubai tem uma "estratégia para enfrentar a situação" em cooperação com Abu Dhabi e que os cinco bilhões de dólares de bônus do Tesouro assinados por dois bancos de Abu Dhabi integram a mesma.

Ênyo Menezes

Com iene mais alto dos últimos 14 anos, Japão sinaliza possível intervenção

Por: Nathália A. Terra Pereira27/11/09 - 09h22InfoMoney


SÃO PAULO - A tendência de desvalorização do dólar vem preocupando muitas autoridades monetárias pelo mundo. Nesta sexta-feira (27), particularmente, foi o governo japonês quem veio a público comentando a possibilidade de intervir no mercado cambial do país."Faremos o que for necessário", disse categoricamente Hirohisa Fujii, ministro de Finanças do Japão. O iene opera a US$ 84,83, patamar não visto desde julho de 1995, ao passo que o Nikkei 225, o principal índice da bolsa japonesa, registrou nesta sexta-feira sua maior queda dos últimos oito meses.Muitos acreditam que o governo esteja sinalizando uma possível venda de iene no mercado, a fim de conter a apreciação da moeda. A última operação deste tipo realizada pelas autoridades japonesas foi em 2004, quando um montante recorde de ¥ 14,8 trilhões foi vendido ao mercado.Segundo analistas, o patamar dos US$ 85,00 deve ser a grande referência da equipe econômica do governo; abaixo disso, o iene passa a afetar significativamente o desempenho das exportadoras do país.


Exportadoras penalizadas

Um dos principais setores ameaçados pela alta da moeda nacional é o automobilístico. O diretor de operações da Nissan, Toshiyuki Shiga, afirmou há algumas semanas que a empresa discute uma eventual mudança das atividades para outros países, uma vez que o iene apreciado constitui "um grande risco" à produção no Japão.Analistas apontam também para grandes perdas financeiras nos próximos resultados de companhias do setor tecnológico, como Sony, Canon e Sharp. As três projetam um iene entre US$ 90,00 e US$ 95,00 ao final deste ano.

Deflação preocupa

O câmbio japonês valorizado afeta não somente o âmbito corporativo, mas também o cenário econômico. A alta de 8,2% do iene frente ao dólar nos últimos três meses vem sendo apontada como a principal responsável pelas pressões deflacionárias constatadas no país.O índice de preços ao consumidor japonês caiu 2,2% na comparação do mês de outubro deste ano com igual período do ano passado, próximo à queda recorde de 2,4% constatada em agosto. O temor do governo e de analistas é que a deflação possa minar a recuperação econômica japonesa frente à crise financeira internacional.

Ênyo Menezes

Em um jogo de gato e rato, bancos se tornam complexos para desviar da regulação

Por: Valter Outeiro da Silveira27/11/09 - 08h00InfoMoney


SÃO PAULO - Na busca por maior transparência nos mercados, reguladores ao redor do mundo apertam as regras sobre os bancos e buscam meios para impedir manobras contábeis e exposição exacerbada ao risco.No entanto, quanto maior e mais complexo for o banco, mais difícil será para que a regulação tenha efetividade. Partindo desse pressuposto, será por isso que os bancos são tão grandes e complexos?Em artigo, o professor da Universidade de Boston Edward Kane mostra como os bancos se mascaram em relação a sua grandeza e complexidade, bem como revela o jogo de gato e rato entre reguladores e instituições financeiras.

Estado lento, bancos rápidos

"A regulação é mais bem compreendida se for vista como um jogo dinâmico de ação e reação, no qual reguladores e regulados podem tomar um passo a qualquer momento", discorre Kane, ao ressaltar que geralmente os regulados tendem a realizar passos mais rápidos e menos previsíveis, com decorrências "menos transparentes do que aquelas tomadas pelos reguladores".Mais adiante, o professor de Boston traça um paralelo entre presente e passado. "Trinta anos atrás, os reguladores estavam focados em restringir operações básicas dos bancos, que as respeitavam. Hoje em dia, todos os tipos de organizações financeiras focam em técnicas de engenharia financeira para explorar as deficiências na supervisão do governo", avalia Kane.

Complexo de propósito

Nesse sentido, os bancos não ganham retornos de escala por se tornarem maiores, e sim se beneficiam da rede de segurança do governo por serem mais complicados, ou seja, menos transparentes aos reguladores. Em outras palavras, conglomerados financeiros preferem ser ineficientes ao invés de perderem os benefícios de uma menor regulação do governo."Á medida que as instituições se aproximam dos rótulos MDFA (Muito Difícil para Falir e Abrir) e MGAD (Muito Grande para se Adequar à Disciplina), a maximização do valor os leva ao trade-off entre a ineficiência de manterem uma estrutura complexa e os malefícios das regras mais rígidas do governo", completa Kane.

Fraudes tornam-se salários

Já não bastasse a diferença de velocidade entre gatos estatais e ratos bancários, a ponte estreita entre público e privado corrobora para elevar ainda mais tal distância. Diante deste cenário, o professor da Universidade de Boston lembra a teoria microeconômica de incentivos através de salários, na qual o trabalhador responde positivamente mediante uma melhor remuneração de sua força de trabalho.Propondo um modelo, Kane sugere que os reguladores poderiam ser pagos através de compensações que fossem remuneradas conforme seu desempenho na vigilância das instituições financeiras, durante a sua permanência na agência e mesmo após a aposentadoria.


Ênyo Menezes

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Ibovespa fecha em baixa de 2,25% refletindo temores vindos de Dubai

Por: Equipe InfoMoney26/11/09 - 19h05InfoMoney

SÃO PAULO - A sessão desta quinta-feira (26) passou longe de ser tranquila para os principais mercados de renda variável. Mesmo com as bolsas norte-americanas fechadas devido ao ferido de Ação de Graças, a sessão foi de perdas no restante do mundo, em reação ao temor de calote de um fundo de investimentos do Dubai.Assim, seguindo a tendência internacional, o Ibovespa encerrou o pregão marcando desvalorização de 2,25%, a 66.391 pontos. O volume financeiro totalizou R$ 3,86 bilhões.Pessimismo dá o tomO Dubai World, gerido pelo governo do emirado árabe, pediu uma extensão do prazo de pagamento de suas dívidas, que somam US$ 59 bilhões, alimentando temores de uma possível moratória.Bancos europeus podem ter uma exposição ao fundo de Dubai de até US$ 40 bilhões, e segundo analistas do Credit Suisse, uma perda de 50% na exposição que os bancos possuem pode levar a um aumento de 5% nas provisões de perdas para 2010. Em resposta, os papéis de grandes instituições financeiras listadas como importantes credores do fundo, como HSBC, Credit Suisse e Barclays, despencaram no mercado europeu.Aliado a isso, recomendações de "venda" foram distribuídas pelos analistas do Goldman Sachs a diversas ações de companhias europeias, contribuindo para que as bolsas do velho continente reportassem a maior queda percentual dos últimos sete meses.BolsaEm uma sessão bastante negativa também no mercado interno, Lojas Renner, Itaúsa, ALL, e CESP aparecem entre as maiores baixas da sessão, com quedas em torno de 4%.Contrariando a tendência de fortes perdas na bolsa brasileira, os papéis da Eletrobrás avançaram nesta quinta-feira, sendo o principal destaque de alta do Ibovespa. Segundo matéria da agência Bloomberg divulgada na sessão anterior, o diretor de operações internacionais, Sinval Zaidan Gama, disse que a maior geradora de energia da América Latina almeja investir na transmissão elétrica dos EUA nos próximos anos.A Petrobras, por sua vez, anunciou o pagamento da primeira parcela de juros sobre capital próprio, a ser realizada na próxima segunda-feira (30), no valor de R$ 0,30 por ação. Seguindo o humor do mercado, os papéis da estatal recuaram no Ibovespa.

Ênyo Menezes

Dubai diz que moratória é necessária para enfrentar 'fardo da dívida'

Governo anunciou intenção de atrasar pagamento de dívida com bancos.Mercados caíram em todo o mundo, motivados por medo do calote.

Do G1, com agências

O governo de Dubai tentou tranquilizar os mercados nesta quinta-feira (26) afirmando que seu pedido de moratória do pagamento da dívida da estatal Dubai World é necessária para "encarar o fardo da dívida".

"Entendemos as preocupações do mercado e dos credores", declarou em comunicado o presidente do Comitê fiscal supremo, xeque Ahmed ben Said al-Maktum. Entretanto, tivemos que intervir devido à necessidade de empreender uma ação decisiva para encarar o fardo da dívida", explicou.Na quarta-feira (25), o governo anunciou a intenção de adiar o pagamento de parte da sua dívida, o que espalhou pelos mercados o medo de que a inadimplência afete bancos expostos à investimentos ligados a Dubai.

O governo de Dubai tentou tranquilizar os mercados nesta quinta-feira afirmando que seu pedido de moratória do pagamento da dívida da estatal Dubai World é necessário para "encarar o fardo da dívida".

Reação negativa
Diante do anúncio, vários mercados internacionais fecharam em baixa nesta quinta-feira.

Os riscos de falência do Emirado de Dubai reavivam as inquietações sobre a saúde financeira de alguns países, em especial da Europa do Leste, esmagados pelo endividamento público e enfraquecidos pela recessão mundial.

Ênyo Menezes

Frases: Warren Buffet

"Uma diversificação ampla só é requerida quando os investidores não entendem o que estão fazendo"


Warren Buffet

Justiça nega pedido de indenização de Naji Nahas em ação contra bolsas

Por: Equipe InfoMoney26/11/09 - 14h53InfoMoney
SÃO PAULO - Em mais um capítulo das ações judiciais movidas pelo investidor Naji Nahas devido aos desdobramentos da quebra da bolsa do Rio de Janeiro, a 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de indenização de R$ 10 bilhões.A ação movida por Nahas alegava prejuízos em atividades no mercado de capitais durante o crash da Bolsa, em 1989. A decisão contra o investidor foi unânime, mas ainda cabe recurso ao STJ (Superior Tribunal de Justiça).Nahas entrou com a ação inicialmente contra a Bolsa do Rio e a Bolsa de Valores de São Paulo, além do presidente da Bovespa na época, Eduardo Rocha Azevedo. Segundo ele, as instituições teriam vendido ações de sua propriedade em 1989 sem autorização, enquanto Azevedo o teria difamado em instituições bancárias, provocando sua "ruína financeira".

Quem é Naji Nahas

Em 2004, Nahas foi inocentado do processo que o acusava de manipulação do mercado e quebra da Bolsa do Rio. O investidor voltou aos noticiários com a operação Satiagraha, em julho do ano passado.Chegou a ser preso sob acusação de participar de um esquema de desvio de verbas públicas e crimes financeiros. Entre os presos na operação estavam o banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunity, e o ex-prefeito de São Paulo, Celso Pitta.A solicitação de indenização já havia ocupado as manchetes neste ano, quando a 2ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro julgou improcedente o pedido de indenização. Ao perder a causa, o investidor foi condenado a pagar R$ 1 milhão referente aos honorários dos advogados das outras partes no processo.

Ênyo Menezes

Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - ELETROBRÁS

Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - ELETROBRÁS

COMUNICADO AO MERCADO

Comunicamos aos Senhores Acionistas e ao Mercado em geral que a BM&FBOVESPA
S.A. – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros divulgou a lista das empresas
componentes do Índice de Sustentabilidade Empresarial - ISE para o período de 1º de
dezembro de 2009 a 30 de novembro de 2010. A Eletrobrás, pelo terceiro ano consecutivo,
está na lista das 34 empresas que, na avaliação da BM&FBovespa, “apresentam alto grau
de comprometimento com práticas de sustentabilidade e governança corporativa".
A Administração da Eletrobrás está trabalhando no sentido de implementar as melhores
práticas de governança corporativa na Companhia e a nossa meta, agora, é o Dow Jones
Sustainability Index.

Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2009
Astrogildo Fraguglia Quental
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores

Diogo Patriota.

Petrobras paga primeira parcela de JSCP aos acionistas na próxima segunda-feira

Por: Equipe InfoMoney25/11/09 - 20h03InfoMoney
SÃO PAULO - A Petrobras (PETR3, PETR4) anunciou nesta quarta-feira (25) o pagamento da primeira parcela de juros sobre capital próprio aos acionistas. A distribuição será realizada na próxima segunda-feira (30), no valor de R$ 0,30 por ação preferencial ou ordinária e refere-se ao exercício de 2009.Segundo comunicado da empresa, o valor distribuído será feito com base na posição acionária do dia 3 de julho de 2009, conforme Fato Relevante divulgado no dia 24 de junho desse ano. A petrolífera ainda informa que, sobre o valor de R$ 0,30 dos juros sobre capital próprio, incidirá uma taxa de 15% do IR (Imposto de Renda), exceto para o pagamento de acionistas imunes e isentos.PagamentoO pagamento será realizado através Banco do Brasil. Os acionistas poderão passar a qualquer agência, munidos de CPF, carteira de identidade, comprovante de residência e certificados com os respectivos cupons. Ademais, deverão ser informados os dados bancários para crédito dos valores em conta-corrente.Para os ADRs (American Depositary Receipts), negociados na bolsa de Nova York, o pagamento será efetuado através do JPMorgan Chase Bank, com data prevista para 7 de dezembro de 2009.

Ênyo Menezes

Mais do que passageira, crise pode ser sinal de uma nova era por vir à economia

Por: Nathália A. Terra Pereira26/11/09 - 10h02InfoMoney
SÃO PAULO - Se o desempenho dos mercados neste ano tivesse de ser resumido em uma única palavra, "surpreendente" poderia muito bem exercer a função. Enquanto o cenário econômico segue imerso em contrações e desemprego, os negócios nas bolsas vão muito bem.A aparente contradição é facilmente explicada pelos analistas da gestora Pimco: "o recente rali deve-se à queda nos riscos sistêmico e de liquidez, antes muito elevados". Mais do que uma explicação, a visão traz consigo perspectivas não muito favoráveis.O raciocínio da equipe é simples: se a valorização registrada nos últimos meses não vier sustentada por uma melhora efetiva na economia e no ambiente corporativo, ela estará inevitavelmente fadada ao curto prazo. "Com as condições ainda muito fragilizadas, o rali nos preços de ações e títulos deverá em breve acabar", alerta a Pimco."O Novo Normal"A despeito da recente melhora registrada por alguns indicadores econômicos e resultados trimestrais corporativos nos EUA, a visão da Pimco é de um cenário conturbado ainda por um bom período. "Com companhias cortando custos, o desemprego deve manter-se alto, minando qualquer recuperação mais sólida uma vez que a demanda entre consumidores continua fraca", prevê a firma.No entanto, as dificuldades enfrentadas pela maior economia do mundo podem não ser efêmeras. Pelo contrário, na visão dos analistas, elas são o sinal de algo maior por vir; "de uma nova realidade econômica e financeira", batizada pela Pimco de "Novo Normal".Esta mudança no paradigma das relações econômicas internacionais seria ditada principalmente pelo deslocamento das taxas de crescimento no mundo, passando das economias desenvolvidas, como EUA e Europa, para países como Índia e China, que assim, assumiriam de vez o posto de novos líderes da expansão global.Mas o "Novo Normal" viria acompanhado de outras características além de tal tendência, que, afinal, não é novidade para ninguém. A Pimco prevê uma contínua desalavancagem dos principais bancos e corporações norte-americanas e europeias, além de uma maior regulação e intervenções governamentais nos mercados cada vez mais frequentes e incisivas.Adaptando estratégias"À medida que emerge essa nova realidade, algumas companhias e até mesmo alguns países poderão perecer, enquanto outros irão prosperar, ditando um ambiente potencial tanto para ganhos quanto prejuízos", afirmam os analistas. A questão é, portanto, saber se adaptar à nova era da economia e finanças internacionais.Para a equipe da Pimco, o segredo de estratégias de alocação de investimentos neste novo ambiente é a diversificação. "Estratégias tradicionais, fortemente sustentadas por análises de comportamentos históricos e padrões, provavelmente devem decepcionar os investidores", diz a firma.A sugestão da Pimco é abandonar indicadores tradicionais, como relações preço/lucro, ratios e spreads, e adotar a tática de "rotação entre setores", baseada na alternância dos investimentos em diferentes mercados conforme o prognóstico atual do cenário econômico.Investindo de olho na economiaA definição aparenta ser complexa, mas o conceito é simples. A equipe da Pimco analisou os retornos registrados pelas seis maiores categorias de ativos nos últimos vinte anos - dívidas de mercados emergentes, títulos de alto rendimento, títulos conversíveis, Treasuries, ações e títulos atrelados ao investment grade.A análise revelou que, em tempos iniciais de uma recessão, a categoria com os melhores retornos é a de títulos atrelados ao investment grade e a de Treasuries, ao passo que os títulos de alto rendimento costumam apresentar os melhores desempenhos nos tempos finais de um período de recessão.Em tempos economicamente prósperos, os mercados com os maiores retornos são os de dívida de mercados emergentes e o de ações - embora este último apresente performance consideravelmente melhor nos tempos finais de uma expansão econômica, dado que os lucros corporativos estão mais amadurecidos e incorporados."A habilidade de identificar tendências tanto seculares quanto cíclicas e suas respectivas implicações para os retornos de cada setor de ativos é chave para uma estratégia de investimentos bem sucedida na nova era", concluem os analistas da Pimco.
Ênyo Menezes

Banco Central: superávit primário atinge R$ 13,8 bilhões em outubro

Por: Equipe InfoMoney26/11/09 - 11h10InfoMoney
SÃO PAULO - O governo brasileiro apresentou um superávit primário de R$ 13,818 bilhões durante o mês de outubro, frente ao déficit registrados em setembro, de R$ 5,763 bilhões, e superávit de R$ 18,731 bilhões em outubro de 2008. Os dados foram divulgados pelo Banco Central nesta quinta-feira (26), por meio da Nota de Política Fiscal."No acumulado no ano, o resultado primário foi superavitário em R$ 51,5 bilhões (2,06% do PIB), 3,28 pontos percentuais do PIB inferior ao registrado no mesmo período de 2008, refletindo a queda na arrecadação acumulada no ano, determinada, sobretudo, pelo efeito da crise financeira internacional sobre o nível de atividade", comenta o BC.Na base de comparação mensal, o pagamento de juros caiu, ao passar de R$ 16,664 bilhões em setembro para R$ 14,824 bilhões em outubro. Já o resultado nominal, que inclui o resultado primário e os juros nominais, registrou superávit de R$ 1,0 bilhão durante o mês passado.Resultados em relação ao PIBEm relação ao PIB (Produto Interno Bruto) e considerando o fluxo acumulado no ano, a participação dos gastos com juros nominais ficou em 5,58% no período, enquanto a parcela fora de 5,65% no mesmo período de 2008.
Ênyo Menezes

GOL fecha acordo com Travelport para melhorar controle de acordos aéreos

Por: Equipe InfoMoney26/11/09 - 11h24InfoMoney
SÃO PAULO - A GOL (GOLL4) anunciou nesta quinta-feira (26) a adoção do Interline E-ticket Interchange, da Travelport, uma plataforma tecnológica que deverá facilitar o controle e a operacionalização dos seus acordos aéreos.Adicionalmente, a empresa informou que ampliou a abragência e a conectividade de sua rede de distribuição global (Global Distribution System, ou GDS), composta pelas plataformas Sabre, Amadeus e Travelport.De acordo com a equipe de Relações com Investidores, os dois acordos contemplam produtos que preservem baixos custos de comercialização e ampla conectividade com o sistema de reserva da companhia.Interline E-ticket InterchangeA tecnologia oferecida pela Travelport possibilita a emissão de passagens de maneira global, mesmo que a empresa aérea parceira opte por emissões no modelo de e-ticket tradicional.Outro produto do provedor de tecnologia, o ETD Base, gera à GOL um banco de dados de passagens eletrônicas que permite armazenar e controlar bilhetes eletrônicos emitidos pelas companhias parceiras."Com esses produtos tecnológicos, a companhia obtém as vantagens de canais adicionais de vendas, por meio das alianças aéreas, sem abrir mão de sua eficiência no controle de custos", explica Marcelo Bento Ribeiro, diretor de yield e alianças da GOL.
Ênyo Menezes

Dubai alastra receios de moratória e perdas dão o tom da manhã nas bolsas

Por: Nathália A. Terra Pereira26/11/09 - 09h28InfoMoney
SÃO PAULO - Enquanto o feriado de Ação de Graças paralisa os mercados norte-americanos, o resto do mundo se depara com uma manhã de quinta-feira (26) negativa, no lastro do receio de que o Dubai não honre seus compromissos e venha a declarar moratória, assim como a Argentina em 2001.Gerido pelo governo, o fundo de investimento Dubai World requisitou aos seus credores uma extensão do prazo de pagamento de suas dívidas, que já somam US$ 59 bilhões. A notícia preocupa os investidores, que fogem dos negócios atrelados ao país.É o caso da London Stock Exchange, cujo maior acionista é a Borse Dubai e que, com isso, assiste seus papéis despencarem, puxando consigo o desempenho da bolsa londrina e do restante dos mercados europeus.Recomendações negativasDada a falta de indicadores econômicos agendados para a sessão, outro foco de referências desfavoráveis nesta manhã provém do Goldman Sachs. O banco não realizou qualquer aquisição, tampouco divulgou novas projeções ou resultados, mas seus analistas lançaram mão de uma série de recomendações negativas sobre outros papéis.As ações da seguradora Legal & General caem mais de 4%, após a equipe ter rebaixado sua sugestão de "neutro" para "venda". O mesmo vale para a Saint-Gobain, cujos papéis passaram a receber recomendação de "venda" pelo Goldman Sachs e agora caem 3,5%.Commodities e câmbioO clima de perdas nas bolsas se estende também ao mercado de commodities: matérias-primas como ouro, cobre e petróleo operam em trajetória de queda na manhã desta quinta-feira, em parte também devido a um movimento de correção frente à forte valorização registrada no pregão anterior.No mercado cambial, nenhuma tendência definida é constatada por ora. O dólar opera em alta em relação ao euro, enquanto que, no Japão, a moeda norte-americana registra seu menor valor frente ao iene nos últimos 14 anos.ProjeçõesGrande referência do mercado acionário mundial, Wall Street não se fará presente nesta quinta-feira e, com isso, o dia deve ser mesmo de baixa liquidez nas principais bolsas, inclusive na brasileira. A equipe da Ágora Corretora acrescenta também o alto patamar em que se encontra o Ibovespa, facilitando ainda mais um movimento de correção por aqui.Para muitos, a sexta-feira também deverá ser marcada por um fraco volume de negócios. Desta forma, os analistas da InvestorGuide traçam suas expectativas para o desempenho dos mercados nas semanas que estão por vir.Na opinião da equipe, o comportamento das bolsas no curto prazo deverá ser ditado basicamente pelo desempenho do setor de comércio norte-americano na temporada de feriados de final de ano, "um ótimo termômetro do consumo nos EUA".Referências domésticasFeriado nos EUA pode trazer um volume menor de negócios à bolsa brasileira, mas não impede uma agenda econômica repleta de indicadores de peso por aqui. Nesta manhã, foi divulgado o IPCA-15 ( Índice de Preços ao Consumidor), que registrou inflação de 0,44% em novembro.O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) também publicou a Pesquisa Mensal de Emprego, mostrando queda na taxa de desemprego do País de 7,7% em setembro para 7,5% em outubro. Por fim, o Banco Central deve anunciar ainda nesta sessão a Nota de Política Fiscal do mês passado.O calendário de ofertas é outro que também não para. As ações ordinárias da Energias do Brasil (ENBR3), distribuídas pela empresa em sua oferta secundária, estréiam nesta quinta-feira na BM&F Bovespa, após terem sido precificadas na última sessão a R$ 28,50.
Ênyo Menezes

IPCA-15 avança e mostra inflação de 0,44% em novembro

Por: Equipe InfoMoney26/11/09 - 09h30InfoMoney
SÃO PAULO - O IPCA-15 ( Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15) apontou inflação de 0,44% em novembro, segundo dados publicados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (26).A variação foi 0,26 ponto percentual superior à registrada no mês passado (+0,18%) e menor que a taxa de 0,49% apurada no mesmo período de 2008. Segundo o instituto, seis dos nove grupos que compõem o índice variaram positivamente em relação ao mês passado, ajudando a impulsionar o índice.O Grupo Alimentação registrou maior inflação (0,95%), influenciado pela alta no preço da gasolina (1,36%), além do avanço de 26,99% no preço do tomate.Vale ressaltar que, no acumulado no ano, o índice cheio indicou alta de 3,79%, abaixo dos 5,79% mostrados em igual período de 2008. Nos últimos 12 meses, a variação acumulada pelo IPCA-15 foi de 4,09%.Análise regionalSegundo o IBGE, a maior alta foi registrada em Brasília, onde o índice apresentou variação positiva de 0,71%. Em sentido oposto, Belém mostrou a menor taxa, de 0,30%.
Ênyo Menezes

Dubai requisita extensão de prazo para pagar dívida de US$ 59 bilhões

Por: Rafael de Souza Ribeiro26/11/09 - 08h00InfoMoney
SÃO PAULO - O fundo de investimento Dubai World, gerido pelo governo de Dubai, requisitou a seus credores um prazo de seis meses para pagar dívidas na casa de US$ 59 bilhões adquiridas em função da forte expansão dos investimentos.A companhia pretende pagar o montante devido até maio de 2010, revela o comunicado emitido nesta quinta-feira (26). O pedido também se estende à sua subsidiária Nakheel, especializada no setor imobiliário.Os analistas acreditam que o vizinho Abu Dhabi envie recursos para cobrir o rombo nas contas de Dubai, que ampliou sua alavancagem durante os últimos anos para financiar o destacado crescimento.Reação negativa nos mercadosA principal preocupação dos investidores diz respeito à grande quantidade de investimentos do fundo em empresas de capital aberto, trazendo instabilidade aos mercados nesta quinta-feira.O índice da bolsa de Xangai recuou 3,62%, enquanto as principais bolsas europeias recuam mais de 1,50%, com destaque para Frankfurt, que opera em baixa de 2,00%.

Ênyo Menezes

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Diário do Trader

No dia 28/10 comprei 2 mil ações da MMX3 por R$ 11,00 cada uma e no pregão de ontem (23/10) vendi as 2 mil ações por R$ 12,10 e com isso lucrei R$ 1,1o por ação. Foi uma lucratividade de 9,87% em valores líquidos em menos de 1 mês e em somente 1 ação.
Estou esperando agora um novo ponto de entrada para tentar comprar a MMX3 por um preço bom ou até mesmo vender a descoberto caso a bolsa caia e leve com ela junto o papel da MMX.

Ênyo Menezes

Número de bancos com problemas no EUA atinge maior nível em 16 anos

Por: Equipe InfoMoney24/11/09 - 17h32InfoMoney
SÃO PAULO - O número de bancos com problemas nos EUA atingiu os 552 ao fim do terceiro trimestre, revelou a FDIC (Federal Deposit Insurance Corporation), o mais alto patamar desde 1993. Vale lembrar que, ao fim do período anterior, a soma era de 416 instituições.Segundo a chairman da agência, Sheila Bair, apesar do setor financeiro ter apresentando bom desempenho durante o período, "os efeitos da recessão ainda refletem na performance financeira" dos bancos.AlertaContudo, a contínua fragilidade das instituições poderá acabar vitimando a própria FDIC. O fundo de seguro de depósitos, usado para proteger os depositários das instituições financeiras do país, registrou prejuízo de US$ 8,2 bilhões no terceiro trimestre, configurando a maior queda desde a crise de poupança e empréstimos da década de 1990.Com o desempenho negativo, a agência foi obrigada a utilizar seu fundo de contingência, que terminou o período com fundos de US$ 30,7 bilhões, contra os US$ 38,9 bilhões registrados ao fim do segundo trimestre.Para cobrir os gastos, a FDIC já fez empréstimos junto às instituições privadas, o que deve render US$ 45 bilhões para ajudá-la a resgatar instituições falidas. Além disso, o Tesouro norte-americano também disponibilizou uma linha de crédito de US$ 500 bilhões, montante ainda não utilizado.A FDIC estima que falências de bancos irão gerar custos de cerca de US$ 100 bilhões para agência nos próximos cinco anos, com uma concentração maior em 2010 e 2011.Desempenho corporativoO cenário também é preocupante quando se olha para o desempenho dos bancos assegurados pela FDIC. Entre julho e setembro, 50 instituições declaram falência, o dobro do visto no mesmo período de 2008.Além disso, 26% de todas as companhias no portfólio da agência registraram prejuízos em seus balanços do terceiro trimestre, um avanço de 1,4 ponto percentual na base de comparação anual. Frente ao segundo trimestre, contudo, o índice apresenta queda de 2,0 pontos percentuais.

Ênyo Menezes

Preço do petróleo cai em Londres e NY diante de dados da economia dos EUA

Por: Equipe InfoMoney24/11/09 - 19h28InfoMoney
SÃO PAULO - As cotações de petróleo fecharam em queda nesta terça-feira (24), após dados sobre o PIB (Produto Interno Bruto) norte-americano afetarem o humor dos mercados. Indicadores sobre o mercado imobiliário dos Estados Unidos também pesaram sobre os preços das commodities.A cotação do barril de petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, encerrou a US$ 76,46, queda de 1,29% em relação ao último fechamento. Por sua vez, o contrato com vencimento em dezembro, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, encerrou a US$ 76,02 por barril, caindo 1,98%.PIBEm sua primeira revisão, o Departamento de Comércio dos Estados Unidos calculou que a economia norte-americana avançou 2,8% no terceiro trimestre de 2009, contra os 3,5% da medição anterior.Os mercados não receberam bem o dado, levando a uma alta do dólar frente às moedas internacionais. Vale lembrar que uma apreciação da divisa norte-americana geralmente se traduz em pressão de queda sobre os preços da commodity, uma vez que este são expressos em dólar.A movimentação dos investidores, que migraram suas aplicações para alternativas mais rentáveis, também deu prejudicou as cotações do produto.Mercado imobiliárioParalelamente, O Home Price Index reduziu seu ritmo de contração depois de registrar meses seguidos de quedas recordes, aponta o relatório S&P/Case-Shiller. O indicador apontou uma queda de 9,36% nos preços dos imóveis norte-americanos em setembro de 2009 frente a igual período de 2008.O recuo no indicador foi maior do que as expectativas de mercado, que giravam em torno de -9,10% para o período. Porém foi menor do que o registrado no mês anterior (-11,30%).

Ênyo Menezes

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Análise IBOVESPA

O mercado segue num importante ponto de decisão, próximo aos 67500 pontos. Chegou a superar esse patamar no intraday na semana passada, mas não conseguiu confirmar o rompimento.

Divergências nos indicadores e o padrão de Elliott do movimento indicam a possível formação de um topo, o que me faz operar com 1/2 do controle de risco usual para cada operação.

A confirmação do rompimento de 67500 deixaria o cenário mais positivo no gráfico diário, principalmente se for produzido com força. Suporte imediato do mercado e 64100 pontos.

fonte:Leandro&Stormer


Diogo Patriota.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Aviso aos investidores

Amanhã, dia 20 de novembro, é feriado da Consciência Negra em São Paulo e não haverá pregão na bolsa paulista.

Ênyo Menezes

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Mantega anuncia taxação de ADR´s de empresas brasileiras no exterior

Alexandro Martello Do G1, em Brasília


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta quarta-feira (19) o estabelecimento de uma alíquota de Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) de 1,5% para a compra de ADR´s (American Depositary Receipts), ou seja, sobre recibos de ações de empresas brasileras negociados no exterior. Segundo o Ministério da Fazenda, a medida passa a valer a partir desta quinta-feira (20) e será formalizada por meio de decreto presidencial.

Segundo o ministro da Fazenda, a medida tem por objetivo promover uma "equalização" em relação aos investimentos feitos na bolsa de valores de Nova York. Após o estabelecimento da alíquota do IOF de 2% para aplicações de investidores estrangeiros em bolsas de valores e em renda fixa, que foi anunciada em 19 de outubro, os estrangeiros podiam aplicar seus recursos nas chamadas ADR´s e obter o mesmo rendimento dos papéis negociados no Brasil sem pagar o IOF adicional - o que foi considerado uma "brecha" por especialistas.

"Quando estabelecemos o IOF [em outubro], houve a preocupação da bolsa no sentido de que pudéssemos estar transferindo [investimentos] para Nova York via ADR´s", disse Mantega, explicando que, por isso, foi estabelecida agora a taxação também para as ADR´s. "Serão cobradas quando a empresa vendedora das ações depositar essas ações no banco que vai efetuar transação no Brasil", explicou o ministro da Fazenda a jornalistas.


Ênyo Menezes

Obama reitera gravidade das contas públicas e não afasta "duplo mergulho" dos EUA

Por: Equipe InfoMoney18/11/09 - 14h35InfoMoney


SÃO PAULO - O presidente dos EUA Barack Obama afirmou nesta quarta-feira (18) que a economia norte-americana poderá apresentar um novo mergulho caso o governo não consiga solucionar o problema do déficit orçamentário.Em entrevista exibida na Fox News, o presidente disse que sua administração enfrenta um verdadeiro desafio para impulsionar a economia e estimular a criação de empregos, sem prejudicar ainda mais as contas públicas."É importante lembrar que se nós continuarmos aumentando o endividamento, mesmo com sinais de recuperação, é possível que as pessoas percam a confiança nos EUA de forma a levar o país a uma nova recessão", declarou Obama.Crescimento na economiaMesmo com uma taxa de desemprego entre as maiores da história do país, a economia norte-americana continua dando sinais de crescimento, mas não há consenso de que as medidas de estímulo adotadas até agora não causarão déficit ainda maior.Barack Obama disse durante a entrevista que tem agendado para o dia 3 de dezembro um encontro com executivos e especialistas em economia para discutir novas maneiras de estimular o crescimento do país.De acordo com o presidente, será nesse fórum que será avaliada com maior atenção a questão dos efeitos da recuperação econômica nas contas públicas dos EUA. "O nosso primeiro trabalho foi tirar a economia da recessão, e é isso que nós estamos vendo agora", concluiu Obama.


Ênyo Menezes

Resultado Eletrobrás

SÃO PAULO - Com resultados melhores do que o esperado por analistas, a Eletrobrás (ELET6) segue com perspectivas positivas, de acordo com relatório publicado pela Itaú Corretora.
Os números positivos da empresa no terceiro trimestre de 2009, "superaram nossas estimativas e os valores de consenso", apresenta o relatório. Além disso, consta que os números da empresa foram beneficiados devido ao reconhecimento de receita de R$ 314,2 milhões, decorrentes de direitos de compensação de Itaipu.


Além disso, consta que os números da empresa foram beneficiados devido ao reconhecimento de receita de R$ 314,2 milhões, decorrentes de direitos de compensação de Itaipu.
Em relação ao resultado financeiro negativo da empresa, analistas informam que era esperado, já que houve a valorização de 9% do real frente ao dólar, o que resultou em uma perda de R $ 1,2 bilhão.

Em relação ao resultado financeiro negativo da empresa, analistas informam que era esperado, já que houve a valorização de 9% do real frente ao dólar, o que resultou em uma perda de R $ 1,2 bilhão.

Mantemos uma visão bastante positiva da Eletrobrás, à luz dos acontecimentos recentes, tais como: a capitalização da dívida das suas subsidiárias, a aprovação da Medida Provisória que irá eliminar custos de perdas de combustível, a ligação do sistema isolado ao da rede nacional, reduzindo custos", apresentam analistas.

Diogo Patriota

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Confira os indicadores e eventos corporativos previstos para segunda-feira

Por: Equipe InfoMoney
16/11/09 - 06h10
InfoMoney


SÃO PAULO - A agenda desta segunda-feira (16) traz indicadores econômicos semanais no Brasil, além do vencimento de opções sobre ações na BM&F Bovespa. Nos EUA, as atenções se concentram para a divulgação do Retail Sales e do Business Inventories.

Cena Interna
O Banco Central divulga o tradicional Relatório Focus, que compila a opinião das instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos. A Fundação Getulio Vargas divulga o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à segunda quadrissemana. Ainda nesta segunda-feira, o Ministério do Desenvolvimento divulga a Balança Comercial semanal.


Veja o link abaixo:
http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=1717915&path=/investimentos/

PIB do Japão cresce 1,2% no terceiro trimestre e supera estimativas dos analistas

Extraído da InfoMoney

SÃO PAULO - Depois da China e da Europa, nesta segunda-feira (16) foi a vez do Japão divulgar os dados sobre o desempenho de sua economia no terceiro trimestre do ano, período em que reportou um crescimento de 1,2% em seu PIB (Produto Interno Bruto).

Superando estimativas dos analistas, que previam uma expansão de 0,7%, a performance também fica acima do crescimento de 0,7% registrado entre abril e junho, apresentando-se como o melhor resultado trimestral registrado pelo país desde março de 2007.

Na forma anualizada, os números reportados são ainda mais expressivos: uma expansão de 4,8%, bem acima dos 2,9% esperados pelo mercado e dos 2,7% contabilizados no trimestre anterior.

Demanda interna
O grande elemento propulsor da economia japonesa no terceiro trimestre deste ano foi, segundo apontam analistas, a demanda doméstica. O consumo no Japão subiu 0,7%, estimulado, sobretudo, por incentivos do governo.

Com o forte período de recessão que se iniciou no terceiro trimestre de 2008, o governo japonês elevou subsídios e ampliou isenções tributárias a fim de incentivar o consumo interno, em uma estratégia que vem se mostrando bem sucedida.

No entanto, analistas alertam que o ritmo de expansão na demanda japonesa pode não durar por muito tempo. Isto porque, embora os incentivos governamentais devam ser mantidos, bônus típicos da temporada de final de ano deverão ser menos robustos.

China e Europa
Na última semana, a China reportou um crescimento de 16,1% em sua produção industrial, a maior expansão desde março do ano passado. Por sua vez, o PIB da Zona do Euro cresceu 0,4% durante o terceiro trimestre em relação ao segundo trimestre, oficializando o fim da recessão no continente.

Desta forma, o bom desempenho da economia japonesa - a segunda maior do mundo - reforça ainda mais entre os investidores as perspectivas de uma recuperação econômica mundial.

Ênyo Menezes

Vivendi adquire o controle da GVT por R$ 56 por ação, em movimento não esperado

Extraído da InfoMoney

SÃO PAULO - A Vivendi concretizou a compra de 37,9% do capital social da GVT (GVTT3) pelo montante de R$ 56 por ação, segundo informou a empresa nesta sexta-feira (13) através de comunicado oficial. Após uma série de acordos entre a companhia francesa e acionistas da GVT, a Vivendi ainda poderá adquirir outros 19,6% opcionais do capital social da GVT.

Em nota, a Vivendi revelou que assinou um acordo com a Swarth Investments, Swarth Investments Holdings e com a Global Village Telecom, fundadores e antigos controladores da GVT, no qual adquiriu 38.422.666 ações da companhia, correspondentes a 29,9% de seu capital social. Outros acordos com acionistas terceiros da GVT garantiram o controle da companhia para a Vivendi.

O negócio entre as empresas ocorreu de forma privada, com a participação dos acionistas fundadores da GVT - que possuíam 30% do total de ações. O motivo das negociações terem ocorrido às escuras foi a disputa pelo controle da GVT entre a Vivendi e a Telefônica, que também havia realizado uma oferta pelo aporte à companhia e posteriormente elevado-a voluntariamente.

"Nossa oferta de R$ 56 por ação para adquirir o controle da GVT reflete a excepcional qualidade desta operadora e de sua equipe", destacou o CEO (Chief Executive Officer) da Vivendi, Jean-Bernard Lévy, em nota.

Ênyo Menezes

Bolsas da Ásia fecham em alta nesta segunda

Nikkei +0,21
Hang Seng +1,73
Shangai Composite +2,74

Ênyo Menezes

sábado, 14 de novembro de 2009

Informações que ainda não foram pra mídia:ELETROBRÁS NO TERCEIRO TRIMESTRE DE 2009

Eletrobrás apurou no 3º trimestre de 2009 um lucro líquido de R$ 453,8 milhões, equivalente a R$ 0,40 por ação, sendo que
no mesmo período do exercício anterior a Empresa registrou um lucro líquido de R$ 2.113,7 milhões, equivalente a R$ 1,87
por ação. Em relação aos primeiros nove meses do ano, a Eletrobrás registrou um prejuízo líquido de R$ 1.535,7 milhões,
equivalente a R$ 1,36 por ação, sendo no mesmo período de 2008 apurado um lucro líquido de R$ 3.098,1 milhões, equivalente a R$
2,74 por ação.

O resultado líquido dos nove primeiros meses de 2009 foi influenciado pelo reconhecimento da redução do ativo regulatório líquido já
deduzido das obrigações indicada na rubrica do passivo “Créditos do Tesouro Nacional”, decorrente da Comercialização da energia de
Itaipu. Nos nove primeiros meses de 2009 foi reconhecida uma perda líquida de R$ 1.016,4 milhões. Tal valor é representado pela
despesa de R$ 1.687,5 milhões demonstrado na tabela 1.1 (Operações com Energia Elétrica), e pela receita de R$ 958,9 milhões
demonstrada na tabela 1.2 (Energia Comprada pra revenda e uso da rede elétrica ), que totaliza uma despesa líquida de R$ 728,6
milhões como decorrência da variação dos índices de preço norte americano Consumers Good e Industrial Price, utilizados como base
para determinação deste ativo regulatório, além do efeito cambial, uma vez que tal ativo regulatório é expresso em US Dólar, o qual
representou, neste período de Janeiro à Setembro de 2009, uma perda líquida de R$ 287,8 milhões, reconhecido no Resultado
Financeiro.
Neste 3º Trimestre, o efeito líquido do reconhecimento do Ativo Regulatório decorrente da comercialização da energia elétrica de ITAIPU
foi positivo em R$ 314,2 milhões.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Buffet diz que pânico financeiro já passou e que há espaço para investimentos

Por: Equipe InfoMoney
13/11/09 - 10h27
InfoMoney

SÃO PAULO - O megainvestidor Warren Buffett afirmou na última quinta-feira (12) que o pânico financeiro já passou, ainda que os esforços para conter os problemas da crise persistam.

Em encontro na Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, Buffet comentou que há mais espaço para investimentos dentro dos EUA do que fora, uma vez que o país ainda continua como uma grande economia perante as outras.

Para ele, o governo dos EUA não deveria "mimar" as companhias que precisam de ajuda para sobreviver ou para manter seu nível de capital.

Elogios aos líderes
Ele elogiou também a performance do presidente do Fed (Federal Rerserve), Ben Bernanke, e do secretário do Tesouro, Timothy Geithner, mediante o gerenciamento da crise financeira, atribuindo a eles "notas altas".

Justamente por acreditar ser este um bom momento para investir, Buffet anunciou na semana passada a compra de 77% da companhia ferroviária Burlington Northern Santa Fé, por US$ 26,4 bilhões, sua maior aquisição. A operação está sendo feita por meio de sua empresa, Berkshire Hathaway.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Resultados da MMX decepcionam o mercado neste terceiro trimestre

SÃO PAULO - Analistas não gostaram muito dos resultados do terceiro trimestre da MMX (MMXM3) divulgados nesta quinta-feira (12).

Para a equipe de research da Brascan Corretora, a MMX, braço de mineração do grupo EBX, vive um momento "delicado", dada a fragilidade do seu balanço após mais um trimestre de fracos resultados.

Entre julho e setembro, a empresa reportou prejuízo líquido de R$ 27,2 milhões, revertendo o lucro de R$ 26,6 milhões registrado no trimestre imediatamente anterior. Seu Ebitda (geração operacional de caixa) também desapontou, ao registrar perdas de R$ 77,125 milhões.

Caixa
Outro fator do balanço trimestral inquietante, segundo o mercado, é a atual situação do caixa da empresa, que possui R$ 63 milhões. "A situação do caixa se tornou ainda mais deteriorada no final do terceiro trimestre", comentam os analistas da Brascan.

Eles explicam que o montante disponível não é suficiente para cobrir nem 10% da dívida financeira de curto prazo, não levando em conta os compromissos com aquisição.

A mesmo preocupação também é vista pelos analistas da Itaú Corretora. O time fala em relatório que durante o terceiro trimestre, a MMX utilizou os R$ 99 milhões restantes de sua emissão de debêntures e mais empréstimo de R$ 190 milhões feito junto ao Itaú a ser pago em três meses.

"Continuamos a ver o caixa da MMX com um nível preocupante já que a companhia ainda precisa pagar despesas financeiras, empregados, capex e amortizações da aquisição", falam.

Aquisição
Tanto os analistas do Itaú quanto os da Brascan afirmam que a efetivação do acordo com a Wuha poderá trazer liquidez para a empresa, assim como permitir que ela cumpra seus compromissos de longo prazo.

"Acreditamos que o acordo, esperado para acabar até o final do ano, poderia trazer US$ 170 milhões para o caixa da MMX, sendo US$ 120 milhões da Wuhan e uma contribuição menor dos acionistas minoritários que subscreverem o aumento de capital", explicam.

Mas, se ele não for concretizado, a Brascan já alertou que vai rebaixar o preço-alvo das ações da MMX de R$ 17,10 atualmente para R$ 8,78. Eles recomendam outperform para a MMX.


Diogo Patriota.

Cuidado: Investidores estão saindo do Brasil

Extraído do ADVFN
Os investidores estrangeiros estão fazendo um movimento contrário ao que vinham fazendo até poucos meses atrás: o fluxo cambial ficou negativo em aproximadamente US$ 1,4 bilhão na primeira semana deste mês. O retrocesso pode ser reflexo da cobrança de 2% de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre a entrada de capital externo em aplicações no mercado de renda variável e fixa. Outra explicação poderia ser a do excesso de liquidez. Devido às incertezas nos mercados internacionais iniciadas em 2007, os bancos centrais dos países desenvolvidos reduziram suas taxas de juros em um cenário internacional com capacidade excessiva e altos níveis de investimento, ocasionando um direcionamento dos fluxos de capital aos países emergentes. Isto pode estar gerando uma bolha nos preços de ativos nos países emergentes. Em certo momento os investidores poderão reavaliar como excessiva a valorização desses ativos e redirecionar suas posições para títulos mais baratos nas economias desenvolvidas.

Ênyo Menezes

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Visanet muda de nome

A VisaNet anunciou que mudará de nome e se chamará Cielo, por causa das mudanças regulatórias que visam ampliar a concorrência no setor de cartões. A empresa quer desvincular-se da associação com a marca Visa.
Ainda estuda-se a possibilidade de mudar o nome na bolsa.

Ênyo Menezes